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Portugal Quer Ver-se Livre do Carvão
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Portugal Quer Ver-se Livre do Carvão

 

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Segundo o cenário traçado pelo novo Programa Nacional para as Alterações Climáticas – o PNAC 2020/2030, Portugal espera reduzir entre 30 a 40% do carvão utilizado para produção de electricidade.

Portugal pode mesmo deixar de utilizar carvão para produção de electricidade dentro de 15 anos como forma de descarbonizar o país, reduzindo assim as emissões de dióxido de carbono (CO2) e de outros gases que aquecem o planeta.

Algumas das metas traçadas são as de redução de 18 a 23% até 2020 e de 30 a 40% até 2030 em relação às leituras de 2005, o ano que teve maiores emissões de CO2 em Portugal.

No cenário traçado pelo programa, a central térmica a carvão de Sines não está a funcionar em 2020 e em 2030 não existirá nenhuma central em funcionamento no país. Nessa altura as energias renováveis das barragens, dos parques eólicos e painéis solares vão cobrir entre 62% a 70% das necessidades energéticas.

Outra área em foco é a dos transportes onde até tem havido queda nas emissões nos últimos anos, em parte devido à crise económica. A mobilidade eléctrica é apresentada como “uma opção muito interessante”.

O PNAC prevê que todos os municípios com mais de 50 mil habitantes ou que sejam capital de distrito tenham planos de mobilidade e transportes.

O quadro climático contempla também a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas 2020. Os documentos estão disponíveis no site da Agência Portuguesa do Ambiente (www.apambiente.pt).

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