Energias Renováveis, parte da Solução da Grécia
Tsipras e Martin Schulz

Energias Renováveis, parte da Solução da Grécia

Martin Schulz defende que qualquer que seja o acordo com os gregos não será o suficiente, é preciso um compromisso a longo prazo que não passe por subir o IVA na saúde e mais cortes nas pensões.

 

Tsipras e Martin Schulz
Tsipras e Martin Schulz

A estratégia dos gregos deverá assentar em três áreas: exportação de energias renováveis, investimento no turismo e no sector agrícola. Segundo Schulz, à medida que a Europa se livra dos combustíveis fósseis “a energia renovável será um dos produtos mais exportáveis da Grécia”. Alem disso os anos de 2013 e 2014 foram os melhores anos para o turismo grego pelo que é fundamental fazer um “investimento sustentável em hotéis, transportes e serviços”.

Schulz vê a Grécia como um país com “oportunidades” mas é preciso que exista investimento nestas áreas com maior probabilidade de retorno para o país. “Vai ser necessário uma estratégia combinada”, porque “o que estamos a fazer na gestão da dívida é apenas discutir como gerir a dívida”, mas “não o conseguiremos fazer sem crescimento”. “Quando pedimos uma estratégia, ela tem de se basear na gestão da dívida e no crescimento”, avisa Schulz.

Acerca da possibilidade de subida do IVA na Grécia, Schulz mostrou que não está de acordo. “Num país com tantos problemas, subir os custos dos cuidados de saúde não é muito razoável”. Vai ser necessário encontrar formas de “os cidadãos comuns não tenham um fardo ainda maior”, alem disso também os novos cortes nas pensões estão fora de questão, para Schulz.

As energias renováveis voltam ao destaque naquilo que pode ser uma boa ajuda para a recuperação da Grécia.

 

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